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21/04/2016

Mineiro participa de cerimônia da Chama Olímpica Rio 2016 nesta quinta-feira (21/04)

Giovane Gávio será o primeiro atleta brasileiro a participar do revezamento. Solenidade acontece em Olímpia, na Grécia


21/04/2016
Em cerimônia que se inicia ao meio-dia (6h no horário de Brasília), desta quinta-feira (21/04), em Olímpia, na Grécia, será acesa a Chama Olímpica para os Jogos Rio 2016. O primeiro brasileiro a correr com a Tocha durante a cerimônia será o mineiro bicampeão olímpico no vôlei, Giovane Gávio, revelado nos Jogos do Interior de Minas Gerais (atualmente Jogos de Minas Gerais), quando atuava pela equipe de Juiz de Fora.
Giovane Gávio - Foto: Arquivo pessoal
Após cruzar a Grécia por seis dias e seguir para a Suíça, onde vai à sede da ONU, em Genebra, e ao Museu do COI, em Lausanne, o chama chega ao Brasil no dia 3 de maio para percorrer 329 cidades no Revezamento da Tocha Olímpica.
No dia 7 de maio, o Tour da Tocha inicia sua jornada em Minas Gerais, no município de Araguari, quatro dias após sair de Brasília (DF), primeira cidade do revezamento, e cruzar Goiás. Durante 10 dias, do Triângulo Mineiro à Zona da Mata, o comboio olímpico vai percorrer mais 2.700 quilômetros de rodovias em território mineiro até partir em direção ao litoral brasileiro. “É uma oportunidade não só no esporte e no turismo, mas também no âmbito dos negócios, que têm surgido naturalmente com a proximidade dos Jogos”, relatou o secretário de Estado de Esportes de Minas Gerais, Carlos Henrique.

Nas 35 localidades que vão receber o revezamento - Minas Gerais é o segundo estado com mais municípios incluídos no Tour, pelo menos 200 cidadãos mineiros vão conduzir a Tocha Olímpica em mãos pelas ruas. Além de atletas, os condutores são pessoas comuns da sociedade, escolhidas de acordo com os valores olímpicos (amizade, excelência e respeito) e paralímpicos (determinação, coragem, igualdade e inspiração).

Pelas localidades também vão passar comitês e delegações da Grã-Bretanha, Irlanda, Bélgica, Canadá, China, Sérvia e Brasil, que vão usar os 18 centros de treinamento credenciados, distribuídos em 12 cidades, para a preparação final antes das Olimpíadas, que terá Minas Gerais como coanfitrião. Em agosto, o estádio Mineirão vai receber 10 jogos dos torneios de futebol, sendo uma semifinal do feminino e a disputa do bronze do masculino.

Acompanhe
(7/5) - Triângulo, o tour começa aqui!
Araguari/Uberlândia: 35 km
Araguari é a porta de entrada do revezamento da Tocha Olímpica em Minas Gerais. A cidade
mineira é uma das precursoras do agronegócio de alto rendimento no país, com ênfase para a
cafeicultura irrigada. Em suas redondezas estão mais de 100 cachoeiras, grutas, lagos, áreas de
mata virgem e reservas ecológicas intactas, como o bosque John Kennedy, uma das maiores
floretas urbanas do Brasil.

O primeiro dia da caravana por Minas Gerais é curto e termina a 35 quilômetros de Araguari,
em Uberlândia, terra natal de Grande Otelo e uma das cidades mais prósperas do país.
Uberlândia vai receber a delegação da Sérvia (atletismo) e os comitês da Bélgica (olímpico) e
da Irlanda (olímpico e paralímpico). Os atletas vão usar o Parque do Sabiá - complexo possui
estádio, arena multiuso, campos, piscinas, zoológico, lagos e bosques - para os treinamentos.

(8/5) - Por solos férteis, místicos e raros
Uberlândia/Patos de Minas: 430 km
O tour recomeça em Uberaba, terra onde viveu Chico Xavier e maior centro mundial de
melhoramento genético de raças zebuínas. O Museu do Zebu, único do gênero no mundo,
contém objetos que traçam a história das raças. As terras de Uberaba também preservam
riquezas pré-históricas, a exemplo do sítio arqueológico de Peirópolis, onde têm sido feitas
relevantes descobertas para o estudo da paleontologia na América.

O próximo destino são as terras raras de Araxá, que abriga o maior complexo minero-industrial
de nióbio do mundo - sendo responsável por 75% de toda a produção do planeta - e as termas
medicinais, visitadas por milhares de pessoas todos os anos. Por entre casarões antigos e o
comércio de quitandas feitas pelas famosas doceiras, está o Museu Dona Beja - famosa figura
feminina mineira -, que preserva objetos relativos às tradições araxaenses.

Rumo a Serra do Salitre, fica o convite para saborear o queijo local, cujo modo de preparo foi
tombado pelo Iphan. Nas imediações da cidade está o reservatório de Nova Ponte. Com mais
de 450 quilômetros quadrados, recebe anualmente a Barqueada, desfile tradicional de barcos.
Também às margens de Nova Ponta está Patrocínio, referência no cultivo de café do cerrado,
sendo um premiado produtor e exportador do grão, de paladar único e inconfundível.

Sem perder o fôlego o tour encerra a expedição pelo Triângulo e chega a Patos de Minas, no
Alto Paranaíba. Carinhosamente chamada de Patos, a cidade encontrou nas terras áridas do
cerrado sua maior vocação. Lá, tudo que se planta nasce, cresce e floresce, tendo ganhado a
alcunha de Capital do Milho. O município sedia o Memorial Casa da Cultura do Milho e a Festa
Nacional do Milho (Fenamilho), maior festividade do interior de Minas Gerais.

(9/5) - Às margens do Velho Chico, os sabores do cerrado
Patos de Minas/Montes Claros: 480 km
Esse é o trecho mais longo do revezamento no território mineiro. Por isso, sem perder tempo,
a caravana amanhece na pacata Varjão de Minas. Fora o período festivo, a cidade mantém o
característico clima bucólico, cenário ideal para o turismo contemplativo e rural. De lá, pé na
estrada em direção a Pirapora, que conserva todas as tradições do cerrado à beira do Velho
Chico. Um convite para deliciar pratos típicos como a moqueca de surubim.

Cidade ribeirinha, não só a gastronomia, mas toda a rica identidade do povo piraporense
remonta à proximidade com o Velho Chico. Um dos maiores símbolos da cidade, inclusive, vive
em suas águas. A embarcação Benjamim Guimarães chegou ao município na década de 1920,
após ter sido utilizada no Rio Mississipi, nos EUA, e em navegações na Amazônia. O barco é o
único de seu gênero - movido a vapor de lenha - em atividade no mundo.

O percurso é longo, mas a recompensa é valiosa. Aliás, saborosa! Não há lugar melhor para
provar os sabores do cerrado do que em Montes Claros. O Mercado Municipal é o local mais
indicado para quem quer saborear as iguarias - rapadura, queijo, doces, farinha de mandioca,
biscoitos, requeijão, carne de sol, cachaça, frutos do cerrado (pequi, buriti, cagaita, umbu,
araticum, baru, macaúba, coquinho azedo e mangaba) e seus derivados - em um só lugar!

(10/5) - Rota dos diamantes, veredas de Guimarães Rosa
Montes Claros/Curvelo: 370 km
Depois de um dia intenso, nada melhor do que reiniciar a caminhada em meio a um antro
religioso, em Bocaiúva. Entre 1710 e 1720, foi encontrada uma imagem do Senhor do Bonfim
na cidade, o que fortaleceu a religiosidade como tradição. Hoje, a cidade é um berço de
festejos religiosos. Entre eles estão a Folia de Reis de Alto Belo e as festas de São José, São
Benedito, do Divino Espírito Santo e do Senhor do Bonfim.

Em direção ao sul, o comboio olímpico chega ao Circuito dos Diamantes. Cidades bucólicas, em
um cenário barroco e rural, guardam verdadeiros paraísos naturais e relíquias arquitetônicas.
A Capela Bom Jesus do Matozinhos, em estrutura aparente de pau-a-pique, e a Matriz Nossa
Senhora da Conceição, notória pela delicadeza de sua ornamentação, são dois ícones da
arquitetura em Couto de Magalhães de Minas, popular pelo artesanato em palha e madeira.
A região é a terra dos mestres artesões, tendo Diamantina, a próxima parada, como principal
referência. Becos cortam o conjunto arquitetônico da cidade e conduzem os visitantes por
uma viagem no tempo. O imóvel em que o presidente JK viveu é um dos prédios mais
visitados. A Praça da Unesco exibe o painel de azulejos de Yara Tupinambá em homenagem
Chica da Silva - escrava alforriada que atingiu uma posição de destaque no Arraial do Tijuco.
Ao pôr-do-sol, o tour chega a Curvelo, um dos pontos de partida de inúmeras expedições de
João Guimarães Rosa pelo sertão mineiro. De cunho literário, o Circuito Turístico Guimarães
Rosa nasceu de experiências realizadas por amantes da literatura. Curvelo, uma das cidades
mais arborizados do país, ganhou fama devido a três grandes festas: a Oitava de São Geraldo,
o Forró e a Exposição Agropecuária, que coincidirá com a passagem do tour pela cidade.

(11/5) - Em busca de aventura!
Curvelo/Governador Valadares: 380 km
De volta ao Caminho dos Diamantes, em Datas é possível encontrar grupos de viola, corais e
bandas civis, bem como ofícios artesãos que trazem a identidade local e as influências das
culturas portuguesas e afro-indígenas. Polo de produção de morango, Datas - que leva o nome
da autorização concedida pelo império, à época, para a liberação do garimpo de ouro -
encanta com a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, construída em meados do século XIX.
Guardião da história mineira, a tricentenária Serro é um dos destinos mais aguardados do tour.
A cidade foi a primeira inscrita pelo Iphan na lista do patrimônio histórico brasileiro, em 1938.

O sobrado do século XVIII, que abriga o Museu Regional Casa dos Ottoni, é visita obrigatória.
Serro produz um dos queijos mais apreciados no país. O modo de preparo determina o sabor
úmido, ácido e inconfundível, responsável por levar o nome da cidade mundo afora.

Fortes marcas do período colonial também podem ser encontradas na parada seguinte, em
Guanhães. O destaque fica por conta das bocas de minas - locais de onde eram extraídos ouro
- e das fazendas históricas. Durante as expedições dos tropeiros, que duravam meses, foram
criadas trilhas, estradas, ranchos, povoados e fazendas, como as encontradas em ótimo estado
de conservação em Guanhães, vide o Sítio de Candonga, nas imediações da serra homônima.
E para quem perguntou “onde está a aventura?”, a resposta está em Governador Valadares. A
cidade está aos pés do Pico do Ibituruna, majestosa formação rochosa e cartão-postal da
cidade. Diariamente, praticantes do voo livre colorem o céu da cidade com asas deltas e
parapentes. De quebra, podem avistar, do alto, o Vale do Rio Doce. Cachoeirismo, escalada,
mountain bike, off road, canoagem, rafting e jet ski também podem ser praticados na região.

(12/5) - Cidade de Ferro, Vale do Aço
Governador Valadares/Itabira: 205 km
Os primeiros passos pelo Vale do Aço serão dados na pequena Naque. As festas populares
movimentam a cidade e trazem à tona a mineiridade que pulsa entre os cinco mil habitantes
desta localidade emancipada como município há apenas 20 anos. Nos meses invernais, a praça
da Igreja Matriz é invadida por coloridas barraquinhas que desfilam os quitutes regionais e
alimentam cavaleiros, protagonistas do concurso de marcha e das quatro noites de cavalgadas.

Em meio ao cinza dos metais, uma pausa para contemplar o verde nos arredores de Coronel
Fabriciano. Na região está um grande bolsão de Mata Atlântica preservado, habitat de animais
ameaçados de extinção, como o mono-carvoeiro, o maior primata das Américas. A cidade se
destaca pelos esportes de aventura e vivências rurais. O clima de montanha é um convite para
lindas vistas, como da impressionante Pedra Dois Irmãos e do alto da Cachoeira da Limeira.
A caravana olímpica pernoita em Itabira, terra natal de Carlos Drummond de Andrade. Devido
às grandes jazidas de minério de ferro incrustadas em suas terras, foi fundada na cidade, em
1942, a então Vale do Rio Doce. A vocação para atividades econômicas ligadas à extração do
minério é tão influente que rendeu ao município a alcunha de Cidade de Ferro, que tanto
inspirou os poemas do itabirano, ilustrados nos 44 pontos dos Caminhos Drummondianos.

(13/5) - Da arte barroca à contemporânea
Itabira/Inhotim: 260 km
A viagem prossegue por Ouro Preto, cidade-síntese do barroco e do período aurífero. Nascida
da aglomeração de arraiais de mineração aurífera, Ouro Preto possui, ao longo de suas ruas
tortuosas e ladeiras íngremes, o mais importante conjunto de arquitetura barroca do país.
Sobressaem as obras em madeira e pedra sabão de Aleijadinho, como a Igreja de São Francisco
de Assis. O mestre do barroco esculpiu, talhou e adornou a parte interna do templo, tido como
sua obra prima.

Entre Ouro Preto e Inhotim, uma parada para contemplar as belezas naturais de Itabirito. A
cidade, situada na zona metalúrgica de Minas Gerais, adotou o nome do pico local, Pico do
Itabirito, tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual devido a seu valor paisagístico. Do
Mirante Alto do Cristo, com uma altitude de 1.179 metros e vista panorâmica, é possível
observar, além do horizonte, a Serra da Piedade, o Pico do Itacolomi e a Serra do Caraça.
O sétimo dia do revezamento encerra em Inhotim, maior centro de arte contemporânea ao ar
livre da América Latina. O local compreende 110 hectares de jardins e abriga extensa coleção
botânica de espécies tropicais, sendo algumas raras. Logo na entrada, o visitante é
surpreendido pelas mais belas paisagens naturais e também projetadas pelo homem. Ali, o
meio ambiente coexiste e interage com obras de arte assinadas por renomados artistas.

(14/5) - Jovem capital de traços modernistas
Inhotim/Belo Horizonte: 65 km
A caminho da capital estão Betim e Contagem. As cidades vizinhas de BH formam o principal
polo industrial do estado, sedes de indústrias brasileiras e multinacionais, mas também
propiciam variadas opções de lazer. Uma delas é a Fazenda Vale Verde, famosa pela produção
de cachaça, e o kartódromo internacional, em Betim. Em Contagem está a Igreja Matriz de São
Gonçalo, obra colonial, e a Casa de Cacos, curioso prédio revestido de cacos.

Após oito dias de estrada, finalmente a caravana olímpica chega a Beagá, sede dos jogos de
futebol e do comitê olímpico e paraolímpico da Grã-Bretanha. Inaugurada em 1897 e ícone do
período modernista, a cidade é emoldurada pela Serra do Curral, eleita pela população como
símbolo da capital. Um dos marcos do modernismo é o Circuito Cultural Liberdade. O maior
complexo de museus de BH é adornado pelos jardins de Burle Marx na Praça da Liberdade.

Obra seminal do arquiteto Oscar Niemeyer, o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da
Pampulha é mais um marco do modernismo brasileiro, aliando a concepção plástica do
concreto armado à funcionalidade urbanística. A Capela de São Francisco, com belos mosaicos
e painéis de Cândido Portinari, é a maior referência. Candidato a Patrimônio Cultural da
Humanidade, a Pampulha também abriga o Mineirão e o zoológico municipal.

Beagá é considerada a capital latino-americana dos bares e encanta o visitante com variadas
opções. Os tradicionais botecos com cadeiras nas calçadas e esquinas são um irresistível
convite para encontrar os amigos, jogar conversa fora, paquerar e experimentar diversos tipos
de tira-gostos. Um dos melhores espaços para saborear a gastronomia mineira é o Mercado
Central. Lá, o visitante encontra o melhor da comida típica e da cultura popular mineira.

(15/5) - Estrada Real a bordo da Maria Fumaça
Belo Horizonte/Juiz de Fora: 360 km
O penúltimo dia do tour amanhece ao som de badaladas em São João del-Rei. A tradicional
Batalha dos Sinos, que acontece durante a Quaresma, atrai centenas de fiéis e visitantes às
ruas estreitas e sinuosas do centro histórico. Os tradicionais mestres sineiros fazem da cidade
a terra onde os sinos falam, uma herança dos tempos coloniais. Outra parte da história
encontra-se a bordo da centenária Maria Fumaça, que percorre 12 quilômetros até Tiradentes.
A tricentenária cidade que carrega o nome do mártir da Inconfidência Mineira libera, aos finais
de semana e feriados, suas ruas para a contemplação exclusiva de pedestres. O fechamento do
trânsito elimina a poluição visual, abrindo alas para a apreciação do barroco mineiro. A cidade
recebe importantes eventos ao longo do ano, como o Festival de Cultura e Gastronomia, o
Tiradentes em Cena e a Mostra de Cinema, que inaugura o calendário audiovisual brasileiro.

Não há quem não goste de flores. E não há quem não se encante por Barbacena, a cidade das
rosas e próximo destino do tour. A cidade guarda uma das pontas da Serra da Mantiqueira,
popular por propiciar a prática de esportes radicais, como o alpinismo e o rally, que entrecorta
as fazendas de eucalipto. Outra referência são os tabus da loucura. Conhecido pelo duro
tratamento aplicado aos internos, o Centro Hospitalar Psiquiátrico é hoje o Museu da Loucura.
Após percorrer trechos do Caminho Novo da Estrada Real - criado para servir como passagem
mais rápida e segura ao Rio de Janeiro - o comboio aporta em Juiz de Fora, cidade polo da
Zona da Mata. De Ouro Preto ao Rio de Janeiro, passando por Juiz de Fora e Santos Dumont -
cidade do pai da aviação -, são 515 quilômetros de pura história. O trajeto preserva belas
paisagens, bem como resquícios da passagem dos bandeirantes, tropeiros e tribos indígenas.

(16/5) - A caminho do litoral
Juiz de Fora/Muriaé: 160 km
A despedida do solo mineiro começa por Bicas, onde fé e natureza caminham juntas. Todos os
anos, o Santuário de Nossa Senhora da Água Santa atrai uma grande quantidade de visitantes
por ser conhecido como um local de cura. Marcado pela tradição religiosa, no Circuito Turístico
Caminhos Verdes de Minas, em Bicas o visitante pode vivenciar um clima bucólico, cavalgar
por entre trilhas, visitar igrejas e fazendas centenárias.

Adiante está Leopoldina - o nome da cidade é uma homenagem a uma das filhas de Pedro II.
Uma das tradições do município é o Festival de Folia de Reis. A festa, que existe desde 1983,
tem o objetivo de fortalecer a cultura popular por meio dos grupos de folias que se reúnem na
cidade. A Catedral de São Sebastião, o Conservatório Lia Salgado, o Festival de Viola e
Gastronomia de Piacatuba e o Motorok são outras atrações da formosa cidade.

Depois de percorrer mais de 2.700 quilômetros, o tour finalmente chega a seu último destino
em território mineiro. Em Muriaé, a caravana olímpica será recebida por paisagens
fascinantes, a exemplo do Pico do Itajuru, ponto mais alto da cidade. A cidade integra o Polo
Audiovisual Zona da Mata e é sede do Polo da Moda, que comercializa roupas - esportiva,
feminina, masculina, infantil, íntima, praia, etc. - no mercado nacional e internacional.

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