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O profissional da saúde trabalha no pronto atendimento da cidade da Campanha. Ele mora em Monsenhor Paulo e também já trabalhou como enfermeiro no hospital cidade.


01/05/2018

Um homem de 57 anos foi preso suspeito de estupro de uma menina de 12 anos em Monsenhor Paulo, MG nesta sexta-feira (30/04). 
Segundo informações da Polícia, o suspeito estava sendo investigado por alguns semanas. A vítima de apenas 12 anos, juntamente com sua mãe, procurou a Polícia para denunciar o enfermeiro. Em depoimento, a mãe da menor, alegou que nos últimos dias, vem percebendo o comportamento diferente do normal da filha e ao indaga lá sobre o motivo, a menor teria respondido, que o Tio L. d. S., vinha a aliciando sexualmente com dizeres, tocando-a intimamente, que este fato vinha ocorrendo aproximadamente acerca de dois anos. Sendo que na última semana o enfermeiro teria tentado novamente contra ela, oportunidade em que ficaram sozinhos na casa da tia, residência que a menor frequentava continuamente e fica alguns metros de distância da casa da mãe, mas neste último momento, o suspeito não teve êxito em concretizar suas pretensões por vontade alheia a ele. Segundo informações da vítima, ao perceber nesta ocasião, a ausência das demais pessoas na casa, teria se deslocado rapidamente para residência da mãe, pois sempre que ficava sozinho com o autor, ele investia libidinosamente contra ela independente do local. 
Material com conteúdo pornográfico apreendido pela Polícia Civil - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade


Print feito do cel da vítima -
Foto/reprodução: Alô Alô Cidade
Diante do exposto a PM solicitou a presença também do Conselho Tutelar no local para acompanhamento dos fatos, onde então, após longa conversa com a vítima, relatado por ela que o Sr. L., por diversas vezes a acariciou nas partes íntimas, que ocasionalmente penetrava com os dedos o órgão genital da vítima e algumas vezes se juntava, sem roupas, a menor em uma cama enquanto as outras pessoas da residência dormiam.
A vítima também afirmou que tudo que passou junto ao autor ocorreu sem consentimento. Perguntado a vítima, por que até o momento não havia relatado a sua mãe ou a outra pessoa de sua confiança a situação que se encontrava, ou mesmo, quando se iniciaram os ensejos do autor, a vítima relatou que se sentia constrangida em dizer para a mãe e temia ser desacreditada, além de que o autor todas às vezes dizia para não contar a ninguém o que eles faziam. Ao final, os fatos foram relatados conforme informado pela vítima e na presença das testemunhas, sendo os dados qualificativos do autor informados por familiares, haja vista que suspeito não foi localizado. Ressalta-se que a cerca de 1 ano a vítima passa por tratamento psicológico. 
A solicitante foi informada das providências e esclarecida quanto a procedimentos pela PM. Foram apresentadas fotografias de prints da tela do aparelho celular da menor com dizeres e fotografia de um homem exibindo o órgão sexual, segundo a vítima, foi do aparelho celular do enfermeiro (foto a direita).
A vítima disse a PM, que o suspeito enviava fotos e vídeos pornográficos via whatsapp e pedia para ela apagar. Isso tudo acontecia a 2 anos dentro da própria casa dele. Ela disse também que era molestada a muito tempo, que tinha medo de contar para família por causa do suspeito ser irmão do avô. Ainda de acordo com a Polícia, foi feito exame de Corpo de Delito na menina, que foi comprovado o rompimento do hinem através do abuso. Na residência também foi apreendidos como provas, diversos materiais com conteúdos pornográficos, incluindo notebook, cds com vídeos e medicamentos.
''O Delegado do caso recebeu denuncia da família que o enfermeiro tinha abusado da vítima. Diante do quadro, foi representado uma prisão preventivamente do suspeito''. Então, os agentes da Polícia Civil de Varginha, foi até a cidade onde ele mora, em Monsenhor Paulo, e prendeu o homem.
O Delegado do caso recebeu denuncia da família que o enfermeiro tinha abusado da vítima. Diante do quadro, foi representado uma prisão preventivamente do suspeito - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade

Reportagem TV Alterosa:





Enfermeiro é preso suspeito de estupro em Monsenhor Paulo, MG

O profissional da saúde trabalha no pronto atendimento da cidade da Campanha. Ele mora em Monsenhor Paulo e também já trabalhou como enfermeiro no hospital cidade.


01/05/2018

Um homem de 57 anos foi preso suspeito de estupro de uma menina de 12 anos em Monsenhor Paulo, MG nesta sexta-feira (30/04). 
Segundo informações da Polícia, o suspeito estava sendo investigado por alguns semanas. A vítima de apenas 12 anos, juntamente com sua mãe, procurou a Polícia para denunciar o enfermeiro. Em depoimento, a mãe da menor, alegou que nos últimos dias, vem percebendo o comportamento diferente do normal da filha e ao indaga lá sobre o motivo, a menor teria respondido, que o Tio L. d. S., vinha a aliciando sexualmente com dizeres, tocando-a intimamente, que este fato vinha ocorrendo aproximadamente acerca de dois anos. Sendo que na última semana o enfermeiro teria tentado novamente contra ela, oportunidade em que ficaram sozinhos na casa da tia, residência que a menor frequentava continuamente e fica alguns metros de distância da casa da mãe, mas neste último momento, o suspeito não teve êxito em concretizar suas pretensões por vontade alheia a ele. Segundo informações da vítima, ao perceber nesta ocasião, a ausência das demais pessoas na casa, teria se deslocado rapidamente para residência da mãe, pois sempre que ficava sozinho com o autor, ele investia libidinosamente contra ela independente do local. 
Material com conteúdo pornográfico apreendido pela Polícia Civil - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade


Print feito do cel da vítima -
Foto/reprodução: Alô Alô Cidade
Diante do exposto a PM solicitou a presença também do Conselho Tutelar no local para acompanhamento dos fatos, onde então, após longa conversa com a vítima, relatado por ela que o Sr. L., por diversas vezes a acariciou nas partes íntimas, que ocasionalmente penetrava com os dedos o órgão genital da vítima e algumas vezes se juntava, sem roupas, a menor em uma cama enquanto as outras pessoas da residência dormiam.
A vítima também afirmou que tudo que passou junto ao autor ocorreu sem consentimento. Perguntado a vítima, por que até o momento não havia relatado a sua mãe ou a outra pessoa de sua confiança a situação que se encontrava, ou mesmo, quando se iniciaram os ensejos do autor, a vítima relatou que se sentia constrangida em dizer para a mãe e temia ser desacreditada, além de que o autor todas às vezes dizia para não contar a ninguém o que eles faziam. Ao final, os fatos foram relatados conforme informado pela vítima e na presença das testemunhas, sendo os dados qualificativos do autor informados por familiares, haja vista que suspeito não foi localizado. Ressalta-se que a cerca de 1 ano a vítima passa por tratamento psicológico. 
A solicitante foi informada das providências e esclarecida quanto a procedimentos pela PM. Foram apresentadas fotografias de prints da tela do aparelho celular da menor com dizeres e fotografia de um homem exibindo o órgão sexual, segundo a vítima, foi do aparelho celular do enfermeiro (foto a direita).
A vítima disse a PM, que o suspeito enviava fotos e vídeos pornográficos via whatsapp e pedia para ela apagar. Isso tudo acontecia a 2 anos dentro da própria casa dele. Ela disse também que era molestada a muito tempo, que tinha medo de contar para família por causa do suspeito ser irmão do avô. Ainda de acordo com a Polícia, foi feito exame de Corpo de Delito na menina, que foi comprovado o rompimento do hinem através do abuso. Na residência também foi apreendidos como provas, diversos materiais com conteúdos pornográficos, incluindo notebook, cds com vídeos e medicamentos.
''O Delegado do caso recebeu denuncia da família que o enfermeiro tinha abusado da vítima. Diante do quadro, foi representado uma prisão preventivamente do suspeito''. Então, os agentes da Polícia Civil de Varginha, foi até a cidade onde ele mora, em Monsenhor Paulo, e prendeu o homem.
O Delegado do caso recebeu denuncia da família que o enfermeiro tinha abusado da vítima. Diante do quadro, foi representado uma prisão preventivamente do suspeito - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade

Reportagem TV Alterosa:





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