Corpo de adolescente que estava desaparecida é encontrado em córrego no distrito de Monte Verde, em Camanducaia - ALÔ ALÔ CIDADE

Corpo de adolescente que estava desaparecida é encontrado em córrego no distrito de Monte Verde, em Camanducaia

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Duas pessoas foram presas suspeitas do crime; polícia não sabe qual seria motivação.


O corpo de uma adolescente de 17 anos que estava desaparecida desde a última quarta-feira (22/08) foi encontrado no início da tarde deste sábado (25/08) no distrito de Monte Verde, em Camanducaia (MG). Dois suspeitos foram presos.
Segundo informações da funerária que recolheu o corpo, a menina, que se chamava Vitória, foi encontrada em um córrego, no bairro aeroporto. Somente as mãos dela estavam visíveis e havia um cadarço enrolado no pescoço da jovem.
A polícia ainda não sabe qual seria a motivação do crime. Ainda não há horário de enterro definido.

As investigações

Câmera de segurança flagrou adolescente saindo de restaurante com um rapaz (Foto: Reprodução/EPTV)
A adolescente Vitória Lima, de 17 anos, que foi encontrada morta em Monte Verde, distrito de Camanducaia (MG), no último sábado (25), foi enterrada no Cemitério Municipal na tarde desta segunda-feira (27). A polícia ainda investiga o que pode ter motivado o crime, mas apontou indícios de crueldade na morte da jovem.

“Ela apresentava traumatismo craniano. É com muita tristeza que a gente fala que o laudo também apresentou meios líquidos no sistema respiratório, então indica que provavelmente ela foi deixada ali naquele riacho ainda com vida, embora inconsciente”, explicou o delegado Bruno Godoy.

Vitória Lima, de 17 anos, desapareceu na última quarta-feira (22) em Monte Verde. Ela foi vista pela última vez saindo do restaurante onde trabalhava como garçonete.

Imagens de câmeras de segurança mostram a jovem caminhando com um rapaz. Ele e outro suspeito foram detidos após a polícia encontrar uma moto abandonada perto do local. Na delegacia, esse rapaz disse a polícia que tinha um relacionamento amoroso com a jovem e foi liberado. O outro suspeito permanece preso.

Agora a Polícia Civil pretende ouvir mais pessoas, já que, segundo o delegado, existe contradição entre os depoimentos dos suspeitos. Além disso, mais de 50 horas de gravação de câmeras de segurança devem ser analisadas.

“Minha caçula, minha princesa. Eu chamava ela de princesinha. Para mim, está sendo difícil, porque jamais uma mãe quer perder um filho ou uma filha. E desse jeito que eu perdi a minha filha”, lamentou a mãe, Nilza Augusto de Lima, durante o sepultamento.

Fonte: G1

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