Polícia apresenta suspeitos de morte de taxista na MG-167 em Três Corações, MG - ALÔ ALÔ CIDADE

Polícia apresenta suspeitos de morte de taxista na MG-167 em Três Corações, MG

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Nove pessoas que estariam envolvidas na morte foram apresentadas.
Segundo a polícia, ordem para execução partiu de dentro de cadeia.

10/06/2015 22:07
Taxista é encontrado morto dentro do carro na MG-167 - Fotos: Alô Alô Cidade

A Polícia Civil de Três Corações MG apresentou nesta quarta-feira (10) nove pessoas que estariam envolvidas na morte de um taxista no fim de abril. Entre os suspeitos estão dois menores. Cinco mulheres e dois homens foram presos durante a madrugada.


Segundo a polícia, todos os suspeitos estão envolvidos na morte do taxista Araquém de Azevedo, assassinado no dia 27 de abril. Ele foi encontrado morto com cinco tiros na MG-167, entre Três Corações e Cambuquira  MG.
Conforme a Polícia, os suspeitos teriam cumprido ordens do Ageu Ribeiro, que está detido desde março em Sete Lagoas MG.


De dentro da cela ele teria dado a ordem para executar o taxista, que seria testemunha contra ele em um processo de homicídio.

Mandante do crime, Ageu Ribeiro - Fotos: Polícia Civil

Entre os presos estão mãe, duas irmãs e a namorada do mandante do crime. Além delas, a polícia também prendeu uma mulher que pediu a corrida de táxi e três homens que segundo as investigações, executaram o taxista.

Conforme a polícia, as cinco mulheres e os dois homens serão levados para o Presídio de Três Corações. Os menores serão encaminhados para um centro sócio-educativo. Os suspeitos vão responder por homicídio qualificado por motivo fútil e formação de quadrilha, segundo a Polícia Civil.
Delegado Cristiano Almeida 



Passagem por tráfico de drogas
O taxista que foi encontrado morto em abril já tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas e sempre fazia corridas para traficantes. "Há menos de 2 anos ele foi conduzido à delegacia por estar transportando um passageiro que portava drogas, inclusive foi autuado pelo delegado de plantão pelo crime de tráfico de drogas e associação", disse o delegado Cristiano Almeida na época.

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