Publicidade

Segundo família, o homem de 36 anos estava com dores no peito e ele recebeu remédio para infecção de garganta e morreu depois em casa.

10/01/2016 15:26
Homem morre após ser liberado de pronto-atendimento em Campanha - Foto: Alô Alô Cidade

Um homem de 36 anos muito conhecido em Campanha e região pela arte de criar e fazer tatuagens veio a óbito nesta quinta-feira (07), por volta das 20:00hs, depois de ser medicado e liberado pelo Pronto-Atendimento da Santa Casa de Misericórdia em Campanha, MG.
Segundo informações dos familiares, o tatuador Érico Garotti Alves, sentiu muitas dores no peito e por conta própria pegou seu veículo e foi ao pronto-atendimento da cidade, chegando no hospital, um médico plantonista o atendeu, prescreveu um medicamento e em seguida o liberou.

Vídeo:


Lucivan, conta que recebeu a notícia por telefone através de amigos - Foto: Alô Alô Cidade
Um amigo da família, o Advogado Lucivan Pereira Alves, conta que recebeu uma ligação de amigos dizendo que o Érico tinha falecido, mas não acreditou e foi na casa dele onde foi surpreendido com a notícia e que o Érico tinha sido levado para o pronto-atendimento novamente. Mas segundo ele, a direção do Hospital, disse que o Érico já chegou sem vida na Santa Casa e que não podia fazer mais nada.
Deveria ter tido um cuidado mais assertivo com ele a ponto de pelo menos deixá-lo em observação por alguns minutos", disse Humberto Garotti Alves - Foto: Alô Alô Cidade
O irmão do Érico,  Humberto Garotti Alves, mostrou para a Imprensa, uma receita feita pelo médico plantonista. "Tem até uma receita aqui que foi dada aqui, Nimesulida, que a princípio é um remédio normalmente dado para infecção de garganta. Deveria ter tido um cuidado mais assertivo com ele a ponto de pelo menos deixá-lo em observação por alguns minutos", disse Humberto.

O médico receitou Nimesulida - Foto: Alô Alô Cidade

A família teve muito trabalho e uma burocracia para liberar o corpo para o sepultamento, pois o hospital não queria emitir o atestado de óbito. Ainda segundo o advogado amigo da família, até polícia teve que ser chamada para que o atestado fosse assinado.
"O plantonista do horário não emitiu o laudo porque o óbito não foi no plantão dele. A alegação é que o Érico já chegou em óbito no momento lá", disse o advogado Lucivan Pereira Alves.
Velório - Foto: Alô Alô Cidade

Na Santa Casa de Misericórdia da Campanha, a informação é de que o paciente chegou à unidade dizendo que já estava com dores desde o início da semana na região da garganta e, por isso, o atendimento dele foi classificado como não urgente. A família não aceitou essa justificativa.
"Eu vou levar até as últimas consequências, eu vou investigar tudo o que eu puder porque foi um erro gravíssimo, que custou uma vida", disse o irmão de Érico.
Santa Casa - Foto: Alô Alô Cidade

Ainda conforme a Santa Casa, antes de ser atendido, Érico passou por uma avaliação que apontou que a respiração dele estava normal. A unidade também disse que, a princípio, negou o atestado de óbito porque primeiro precisava saber a causa da morte, que ainda não havia sido identificada.

Homem morre após ser liberado de pronto atendimento em Campanha

Segundo família, o homem de 36 anos estava com dores no peito e ele recebeu remédio para infecção de garganta e morreu depois em casa.

10/01/2016 15:26
Homem morre após ser liberado de pronto-atendimento em Campanha - Foto: Alô Alô Cidade

Um homem de 36 anos muito conhecido em Campanha e região pela arte de criar e fazer tatuagens veio a óbito nesta quinta-feira (07), por volta das 20:00hs, depois de ser medicado e liberado pelo Pronto-Atendimento da Santa Casa de Misericórdia em Campanha, MG.
Segundo informações dos familiares, o tatuador Érico Garotti Alves, sentiu muitas dores no peito e por conta própria pegou seu veículo e foi ao pronto-atendimento da cidade, chegando no hospital, um médico plantonista o atendeu, prescreveu um medicamento e em seguida o liberou.

Vídeo:


Lucivan, conta que recebeu a notícia por telefone através de amigos - Foto: Alô Alô Cidade
Um amigo da família, o Advogado Lucivan Pereira Alves, conta que recebeu uma ligação de amigos dizendo que o Érico tinha falecido, mas não acreditou e foi na casa dele onde foi surpreendido com a notícia e que o Érico tinha sido levado para o pronto-atendimento novamente. Mas segundo ele, a direção do Hospital, disse que o Érico já chegou sem vida na Santa Casa e que não podia fazer mais nada.
Deveria ter tido um cuidado mais assertivo com ele a ponto de pelo menos deixá-lo em observação por alguns minutos", disse Humberto Garotti Alves - Foto: Alô Alô Cidade
O irmão do Érico,  Humberto Garotti Alves, mostrou para a Imprensa, uma receita feita pelo médico plantonista. "Tem até uma receita aqui que foi dada aqui, Nimesulida, que a princípio é um remédio normalmente dado para infecção de garganta. Deveria ter tido um cuidado mais assertivo com ele a ponto de pelo menos deixá-lo em observação por alguns minutos", disse Humberto.

O médico receitou Nimesulida - Foto: Alô Alô Cidade

A família teve muito trabalho e uma burocracia para liberar o corpo para o sepultamento, pois o hospital não queria emitir o atestado de óbito. Ainda segundo o advogado amigo da família, até polícia teve que ser chamada para que o atestado fosse assinado.
"O plantonista do horário não emitiu o laudo porque o óbito não foi no plantão dele. A alegação é que o Érico já chegou em óbito no momento lá", disse o advogado Lucivan Pereira Alves.
Velório - Foto: Alô Alô Cidade

Na Santa Casa de Misericórdia da Campanha, a informação é de que o paciente chegou à unidade dizendo que já estava com dores desde o início da semana na região da garganta e, por isso, o atendimento dele foi classificado como não urgente. A família não aceitou essa justificativa.
"Eu vou levar até as últimas consequências, eu vou investigar tudo o que eu puder porque foi um erro gravíssimo, que custou uma vida", disse o irmão de Érico.
Santa Casa - Foto: Alô Alô Cidade

Ainda conforme a Santa Casa, antes de ser atendido, Érico passou por uma avaliação que apontou que a respiração dele estava normal. A unidade também disse que, a princípio, negou o atestado de óbito porque primeiro precisava saber a causa da morte, que ainda não havia sido identificada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário