MPMG e PM deflagram 2ª fase da 'Operação Reação Adversa' contra falsificação de medicamentos - ALÔ ALÔ CIDADE

MPMG e PM deflagram 2ª fase da 'Operação Reação Adversa' contra falsificação de medicamentos

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Força-tarefa integrada cumpre 19 mandados de busca e apreensão no Sul de Minas e em Ribeirão Preto (SP); quatro pessoas foram presas em flagrante

MPMG e PM deflagram 2ª fase da 'Operação Reação Adversa' contra falsificação de medicamentos - Foto: MPMG


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Gaeco de Passos e da 1ª Promotoria de Justiça de Campos Gerais, deflagrou na manhã desta quarta-feira (12) a 2ª Fase da "Operação Reação Adversa". A ação visa desarticular uma organização criminosa especializada na falsificação e venda de medicamentos veterinários e de uso humano por meio de plataformas de comércio eletrônico.


Com apoio do 64º Batalhão da Polícia Militar (PMMG), foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Campo do Meio, Boa Esperança, Campo Belo (MG) e em Ribeirão Preto (SP).


Apreensões e Prisões


  • A operação resultou na prisão em flagrante de quatro pessoas e na apreensão de um vasto material que comprova a atividade criminosa:
  • Medicamentos: 3.900 comprimidos e 164 seringas de medicamento Enoxaparina.
  • Dinheiro e Tecnologia: Cerca de R$ 11 mil em espécie, celulares e notebooks.


Outros itens: Sete munições intactas calibre 32, embalagens de medicamentos e shampoo dermatológico.


MPMG e PM deflagram 2ª fase da 'Operação Reação Adversa' contra falsificação de medicamentos - Foto: MPMG

Estrutura Criminosa


Segundo o MPMG, a organização utilizava uma estrutura logística complexa e descentralizada, criando múltiplas contas de comércio eletrônico em nome de terceiros (laranjas) para ocultar os lucros e a real propriedade do esquema. A primeira fase da investigação já havia identificado o controle de 40 lojas virtuais e a prática de mais de 10 mil vendas de medicamentos falsificados, uma conduta com potencial de atingir milhares de animais e seres humanos.


Participaram da operação quatro promotores de Justiça e 92 policiais militares, contando também com o apoio do Gaeco de Varginha, do Ministério Público de São Paulo e de um helicóptero da PMMG para o suporte operacional.




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