Vítima chegou a lutar com o atirador antes de ser alvejada na cabeça, abdômen e braço; autores fugiram em um veículo sem placas e arma foi apreendida no local
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| Lavrador de 34 anos sobrevive a atentado a tiros em bar na zona rural de Espírito Santo do Dourado, MG - Foto: PMMG |
Um crime violento assustou os frequentadores de um
estabelecimento comercial conhecido como "Bar do Cego", localizado no
bairro Ponte Alta, zona rural de Espírito Santo do Dourado (MG), na noite desta
quinta-feira (1/01). Um lavrador de 34 anos foi alvo de diversos disparos de
arma de fogo após um ataque planejado por pelo menos dois indivíduos.
De acordo com informações da Polícia Militar, o crime
ocorreu por volta das 19h, mas a corporação só foi acionada às 20h03.
Testemunhas relataram que um veículo de cor escura (modelo antigo,
possivelmente um Civic ou Corolla) e sem placas de identificação parou no
local. Um dos ocupantes, vestindo roupas escuras e usando capacete, desembarcou
e dirigiu-se diretamente à vítima, que estava próxima a uma mesa de bilhar.
O lavrador ainda tentou se defender, entrando em luta
corporal com o agressor para tentar desarmá-lo. Durante a disputa, o autor
efetuou vários disparos. Mesmo após cair ao solo, a vítima continuou segurando
a mão do atirador, momento em que foi alvejada novamente. Os tiros atingiram as
regiões da cabeça, braço e abdômen. Após a ação, o criminoso retornou ao
veículo e fugiu com um comparsa em direção ao bairro São Sebastião dos Campos.
A vítima foi socorrida consciente por familiares e
encaminhada ao Hospital Samuel Libânio, em Pouso Alegre (MG), onde passou por
procedimentos cirúrgicos. Devido ao estado de saúde, não foi possível colher o
depoimento do homem no hospital.
A perícia técnica foi acionada e localizou no local do
crime um revólver Taurus calibre .38, com numeração raspada e seis munições
deflagradas. Além disso, foram encontrados vestígios que indicam o uso de pelo
menos três calibres distintos de munição, o que será analisado em laudo
pericial.
A Polícia Militar ressaltou que a falta de iluminação pública e a precariedade das moradias vizinhas dificultaram a obtenção de imagens de câmeras de segurança ou informações mais detalhadas sobre os autores. Cidades vizinhas foram alertadas, e rastreamentos seguem sendo realizados para localizar o veículo e os responsáveis pelo atentado.
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