Categoria protesta contra a alta sucessiva nos preços do diesel e cobra o cumprimento do piso mínimo do frete em todo o território brasileiro
Lideranças
autônomas de caminhoneiros e sindicatos da categoria intensificaram a
mobilização para uma possível greve nacional com início previsto para esta
quinta-feira (19/3). O movimento ganha força em diversos grupos de mensagens e
redes sociais, refletindo o descontentamento crescente com a política de preços
dos combustíveis. O principal combustível da categoria, o diesel, sofreu novos
reajustes que, segundo os motoristas, inviabilizam o trabalho nas estradas,
consumindo grande parte do lucro das viagens.
Além da
questão dos combustíveis, a pauta de reivindicações inclui a fiscalização
rigorosa do piso mínimo do frete, que muitos alegam não estar sendo respeitado
pelas transportadoras e embarcadores. Os caminhoneiros também cobram melhorias
nas condições de segurança das rodovias e a revisão da carga tributária sobre o
setor de transporte de cargas. Representantes da categoria afirmam que a
situação chegou ao limite e que a paralisação é a única forma de pressionar o
governo federal e os órgãos competentes por soluções imediatas.
Até o
momento, o Ministério da Infraestrutura e a Agência Nacional de Transportes
Terrestres (ANTT) monitoram a situação para evitar bloqueios em rodovias
federais estratégicas. O temor de um desabastecimento em setores essenciais,
como alimentos e insumos hospitalares, coloca as autoridades em alerta máximo.
Enquanto o diálogo entre governo e lideranças segue travado, motoristas de
diversos estados já sinalizam a adesão ao movimento, o que pode resultar em
pontos de concentração em portos e trevos rodoviários a partir das primeiras
horas de amanhã.

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