Fogo começou na noite desta quarta-feira em prédio residencial no bairro Jardim Ipê; morador de 50 anos sofreu queimaduras graves e outras cinco pessoas foram hospitalizadas por inalação de fumaça
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| Incêndio destrói apartamento, deixa seis feridos e mobiliza Corpo de Bombeiros e Defesa Civil em Pouso Alegre, MG - Fotos: redes sociais, Corpo de Bombeiros Militar e Defesa Civil de Pouso Alegre, MG |
Um grave incêndio em um edifício residencial mobilizou
equipes do Corpo de Bombeiros Militar e assustou moradores na noite da última
quarta-feira (3/6), em Pouso Alegre, no Sul de Minas. As chamas começaram por
volta das 21h35 em um dos apartamentos do primeiro andar de um prédio de três
pavimentos, localizado na Rua Geraldineli Garcia, no bairro Jardim Ipê. O fogo
se alastrou rapidamente, gerando uma densa cortina de fumaça e exigindo uma
operação rápida de resgate e evacuação.
Assim que chegaram ao local, os bombeiros dividiram as
equipes para conter o desastre. Enquanto uma parte dos militares montava as
linhas de mangueiras para o combate externo ao fogo, outro grupo entrou no
prédio sob forte calor para evacuar os moradores e buscar possíveis vítimas
presas nos andares superiores. O combate direto às labaredas e o trabalho
posterior de rescaldo duraram cerca de uma hora e meia, demandando a utilização
de aproximadamente 2 mil litros de água. Ao todo, seis pessoas precisaram de
atendimento médico e foram levadas ao hospital: um homem de 50 anos sofreu
queimaduras de 2º e 3º graus no rosto e nos braços, enquanto outras cinco
pessoas, uma mulher de 36 anos, uma mãe de 26 anos com a filha de 2 anos, e
outra mãe de 30 anos também com uma filha de 2 anos, foram hospitalizadas por
terem inalado muita fumaça tóxica.
Na manhã de quinta-feira (4/6), agentes da Defesa Civil
de Pouso Alegre realizaram uma vistoria técnica detalhada na estrutura do
imóvel para avaliar os impactos do incidente. Os técnicos constataram que o
incêndio começou no apartamento 102 e causou perda total de bens no quarto,
além de danificar a fiação elétrica e o revestimento da laje e das paredes. O
apartamento afetado foi totalmente interditado por segurança. No segundo andar,
o quarto localizado logo acima do foco apresentou muita fuligem e foi isolado
preventivamente. O terceiro pavimento e a ala oposta do prédio não sofreram
danos graves. A Defesa Civil recomendou uma avaliação estrutural profissional e
determinou que a energia e a água da unidade atingida continuem desligadas,
liberando a reocupação total do condomínio apenas após a emissão de laudos
técnicos favoráveis.
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