Vítima de 22 anos foi estrangulada na Estrada de Toledo; monitoramento por câmeras levou a polícia até homens hospedados em pousada
Mãe reconhece corpo de jovem amarrado com fios elétricos e PM descobre suspeitos em Extrema, MG - Foto: Jornal Mais Extrema
Uma ação rápida e integrada entre a inteligência da
Polícia Militar e a Perícia Técnica da Polícia Civil trouxe os primeiros
desdobramentos sobre a execução de um jovem, identificado como Cícero Yuri
Barbosa de Almeida, de 22 anos, na zona rural de Extrema, no Sul de Minas. O
corpo, encontrado na madrugada da última quarta-feira (8/7), às
margens da Estrada de Toledo (MG), foi formalmente identificado no Instituto
Médico-Legal (IML) de Pouso Alegre por familiares como sendo de um rapaz de 22
anos.
Mãe reconhece corpo de jovem amarrado com fios elétricos e PM descobre suspeitos em Extrema, MG - Foto: Jornal Mais Extrema
No local do crime, próximo ao quilômetro 5 e perto da
Igreja de São Braz, os militares constataram que a vítima estava com o pescoço,
as mãos e os pés amarrados por fios elétricos. O jovem vestia trajes de
trabalho de uma empresa prestadora de serviços e a perícia inicial confirmou
que a causa da morte foi estrangulamento. Durante a varredura nas roupas do
rapaz, os peritos recolheram fios de cabelo escuro de tamanho médio,
compatíveis com cabelo feminino, que serão usados na investigação. Com base em
análises de câmeras de monitoramento da estrada, o setor de inteligência
identificou que dois veículos hatch de cor preta passaram pelo trecho na
madrugada em direção ao distrito de Toledo (MG) e retornaram logo em seguida
rumo à Rodovia Fernão Dias.
Mãe reconhece corpo de jovem amarrado com fios elétricos e PM descobre suspeitos em Extrema, MG - Foto: redes sociais
Cruzando as informações das imagens, os policiais
conseguiram localizar um dos carros suspeitos estacionado em uma pousada na
cidade de Extrema. Os ocupantes do veículo foram abordados e interrogados pelas
equipes, mas apresentaram contradições profundas sobre os caminhos que fizeram
de madrugada, além de citarem locais que tiveram as versões desmentidas pelas
filmagens dos comércios locais. Diante das mentiras, o grupo passou à condição
de suspeito do homicídio. Os telefones celulares dos indivíduos e o automóvel
foram apreendidos pela Polícia Civil, que assumiu o inquérito e tenta agora
desvendar a motivação e a participação exata de cada um no assassinato.
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