Polícia Ambiental fecha rinha de galo na zona rural e detém envolvidos em Carmo da Cachoeira, MG - ALÔ ALÔ CIDADE

Polícia Ambiental fecha rinha de galo na zona rural e detém envolvidos em Carmo da Cachoeira, MG

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Operação resgatou 32 aves com sinais de maus-tratos e apreendeu sete carros, dinheiro e moto roubada; doze apostadores foram identificados em sítio após denúncia


Polícia Ambiental fecha rinha de galo na zona rural e detém envolvidos em Carmo da Cachoeira, MG - Foto: PMMG

Uma operação conjunta entre a Polícia Militar de Meio Ambiente e as equipes do policiamento urbano desarticulou uma rinha de galos que funcionava em um sítio na zona rural do município de Carmo da Cachoeira (MG). A ação aconteceu no sábado (20/6), após as autoridades receberem uma denúncia anônima detalhada por meio do telefone de emergência 190.

Polícia Ambiental fecha rinha de galo na zona rural e detém envolvidos em Carmo da Cachoeira, MG - Foto: PMMG

Ao chegarem na propriedade rural, as equipes cercaram o local e flagraram a atividade ilegal em pleno andamento, encontrando uma arena montada especialmente para os combates. Doze homens, com idades que variavam entre 30 e 77 anos, foram abordados e identificados como participantes e apostadores do evento. Diante da chegada das viaturas, parte do grupo tentou escapar correndo em direção a uma área de mata fechada nos fundos do sítio, mas dois dos fugitivos acabaram localizados e detidos pelas patrulhas. No pátio da chácara, os policiais apreenderam sete carros pertencentes aos frequentadores e recuperaram uma motocicleta que ostentava queixa de furto.


Polícia Ambiental fecha rinha de galo na zona rural e detém envolvidos em Carmo da Cachoeira, MG - Foto: PMMG


No interior da estrutura de apostas, os militares apreenderam aparelhos celulares, quantias em dinheiro vivo, cadernos de anotações com a contabilidade das brigas, panfletos de divulgação e até um troféu que seria entregue ao proprietário do animal vencedor. Os policiais flagraram dois galos duelando ativamente no ringue e conseguiram resgatar um total de 32 aves de combate. Todos os animais apresentavam sinais severos de maus-tratos, incluindo ferimentos abertos, mutilações nas esporas e alojamento em locais escuros e abafados. As aves foram recolhidas e encaminhadas para tratamento com médicos veterinários voluntários, enquanto a ocorrência foi registrada para a aplicação de multas ambientais e abertura de processo criminal contra os envolvidos.



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