Áreas de baixa pressão trazem de volta o risco de temporais para o Centro-Sul nesta quarta-feira - ALÔ ALÔ CIDADE

Áreas de baixa pressão trazem de volta o risco de temporais para o Centro-Sul nesta quarta-feira

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Instabilidades provocam chuvas fortes em São Paulo e no Sul do país, enquanto o interior do Nordeste enfrenta seca extrema

Áreas de baixa pressão trazem de volta o risco de temporais para o Centro-Sul nesta quarta-feira - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade

A quarta-feira marca o retorno da chuva forte e das instabilidades no tempo em ampla faixa do Centro-Sul do Brasil. A atuação combinada de uma área de baixa pressão atmosférica com um cavado favorece a formação de nuvens bastante carregadas, elevando o alerta para temporais nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


No estado do Paraná, as pancadas começam logo nas primeiras horas do dia com forte intensidade. Conforme a tarde avança, as instabilidades ganham força em Santa Catarina, enquanto no território gaúcho as instabilidades ficam mais restritas às regiões norte e noroeste. Em São Paulo, o volume de chuva aumenta gradativamente entre o fim da tarde e a noite, trazendo risco de tempestades isoladas no interior, centro-sul e acumulados expressivos no litoral paulista.


A meteorologia faz um alerta reforçado para a sequência da semana, já que o cenário ganha contornos mais severos entre quinta e sexta-feira. A previsão indica que Paraná e São Paulo serão os estados mais atingidos por tempestades acompanhadas de rajadas de vento, descargas elétricas e eventual queda de granizo. No Centro-Oeste e na Região Norte, a umidade também favorece pancadas de chuva, com risco de temporais pontuais em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e no norte do Amazonas.


Em contrapartida, o interior do Nordeste segue enfrentando uma rotina de ar extremamente seco e calor intenso. Áreas no centro do Piauí registram níveis críticos de umidade relativa do ar, podendo ficar abaixo dos 12%, índice que eleva consideravelmente o risco para o surgimento e a propagação de queimadas no cerrado.

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