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Uma jovem de 22 anos foi agredida com golpes de faca dentro de uma escola, em Campanha, no Sul de Minas.

10/08/2016
Aluna e esfaqueada dentro de escola em Campanha, MG - Fotos/reproduções: Alô Alô Cidade
Uma mulher foi esfaqueada dentro de uma Escola Estadual em Campanha, na noite desta segunda-feira (08/08). Segundo informações, a Polícia Militar foi acionada pelos funcionários alegando que três mulheres entraram, na Escola Estadual Vital Brazil, sem permissão e deslocaram até sala do 4º ano do EJA Fundamental, e que a autora Cleonice Floriano dos Santos, 34 anos, de posse de uma faca golpeou a vitima e aluna da escola, D. O. S., 23 anos, e que, no intuito de impedir, foi empurrada, causando-lhe uma pequena escoriação em seu braço esquerdo. A Polícia Militar deslocou e em contato, a Vítima confirmou os fatos e disse aos militares, que Cleonice havia a esfaqueada com a ajuda de Naiara de Freitas Santos, 21 anos, que a segurou, e Suélen dos Santos, 19 anos que instigava a autora. No momento do crime, alunos que estavam e o professores, estavam no local. A testemunha, A. a impediram, segurando as agressoras. Após o fato, todas as três autoras evadiram do local, tomando rumo ignorado. 
Vítima

A testemunha, A., afirma que realmente tentou impedir, porém ao ver a faca que Cleonice portava, soltou a autora, saindo da sala. De imediato a Polícia Militar socorreu a Vítima D. e a encaminhou ao pronto socorro municipal onde, através de laudo médico, comprovaram lesões provenientes de objeto perfurante e cortante no dedo anelar da mão esquerda, tórax e ombro esquerdo. De posse das características das autoras, a Polícia Militar iniciou a perseguição vindo encontrá-las, Cleonice e Suélen, próximo a residência de ambas, situada na rua Rubens Domingos Ximenes, bairro Cohab e Naiara no bairro Primavera. Em conversa com as autoras, Suélen, disse que estava normalmente na instituição de ensino quando encontrou com D. e que ela passou a rir de sua cara em tom de ironia e que ela retribuiu, rindo também. Após certo tempo, D. foi até sua sala, onde a vítima estudava e a ameaçou de agressão física. 

Agressões 
Como em outros dias, a D. o ameaçou, a mesma saiu da escola e foi ate a casa de uma amiga de sua mãe de nome V. e pediu que ela avisasse sua mãe sobre o ocorrido, o que foi feito. Com sua afirmação, por fim que, em um primeiro momento, tentou impedir a ação da mãe, todavia, quando Naiara impediu Cleonice, aproveitando, passou a agredi-la com tapas. Cleonice, ao ser indagado, afirma que foi a escola armada com uma faca e que realmente desferiu os golpes, atingindo a D.. Afirma também que não houve participação de Naiara e Suélen e que sua intenção ao esfaquear a vitima era matá-la. Desta forma, os militares prenderam as autoras e as conduziram na presença do Delgado para medidas posteriores. Segundo informações, todas as autoras teve garantido o direito ao silencio, direito este constitucionalmente garantido e que todos os envolvidos, testemunhas, autoras e vitimas, disseram que, Cleonice poderia ter continuado com as agressões, porém não as fez. Quanto à arma usada pela agressora não foi encontrada.
A vítima tem medo da morte, pois após as agressões, as autoras estão fazendo ameaça.

Vídeos


Assista a reportagem feita pela Record Minas

Aluna é esfaqueada dentro de escola em Campanha, MG

Uma jovem de 22 anos foi agredida com golpes de faca dentro de uma escola, em Campanha, no Sul de Minas.

10/08/2016
Aluna e esfaqueada dentro de escola em Campanha, MG - Fotos/reproduções: Alô Alô Cidade
Uma mulher foi esfaqueada dentro de uma Escola Estadual em Campanha, na noite desta segunda-feira (08/08). Segundo informações, a Polícia Militar foi acionada pelos funcionários alegando que três mulheres entraram, na Escola Estadual Vital Brazil, sem permissão e deslocaram até sala do 4º ano do EJA Fundamental, e que a autora Cleonice Floriano dos Santos, 34 anos, de posse de uma faca golpeou a vitima e aluna da escola, D. O. S., 23 anos, e que, no intuito de impedir, foi empurrada, causando-lhe uma pequena escoriação em seu braço esquerdo. A Polícia Militar deslocou e em contato, a Vítima confirmou os fatos e disse aos militares, que Cleonice havia a esfaqueada com a ajuda de Naiara de Freitas Santos, 21 anos, que a segurou, e Suélen dos Santos, 19 anos que instigava a autora. No momento do crime, alunos que estavam e o professores, estavam no local. A testemunha, A. a impediram, segurando as agressoras. Após o fato, todas as três autoras evadiram do local, tomando rumo ignorado. 
Vítima

A testemunha, A., afirma que realmente tentou impedir, porém ao ver a faca que Cleonice portava, soltou a autora, saindo da sala. De imediato a Polícia Militar socorreu a Vítima D. e a encaminhou ao pronto socorro municipal onde, através de laudo médico, comprovaram lesões provenientes de objeto perfurante e cortante no dedo anelar da mão esquerda, tórax e ombro esquerdo. De posse das características das autoras, a Polícia Militar iniciou a perseguição vindo encontrá-las, Cleonice e Suélen, próximo a residência de ambas, situada na rua Rubens Domingos Ximenes, bairro Cohab e Naiara no bairro Primavera. Em conversa com as autoras, Suélen, disse que estava normalmente na instituição de ensino quando encontrou com D. e que ela passou a rir de sua cara em tom de ironia e que ela retribuiu, rindo também. Após certo tempo, D. foi até sua sala, onde a vítima estudava e a ameaçou de agressão física. 

Agressões 
Como em outros dias, a D. o ameaçou, a mesma saiu da escola e foi ate a casa de uma amiga de sua mãe de nome V. e pediu que ela avisasse sua mãe sobre o ocorrido, o que foi feito. Com sua afirmação, por fim que, em um primeiro momento, tentou impedir a ação da mãe, todavia, quando Naiara impediu Cleonice, aproveitando, passou a agredi-la com tapas. Cleonice, ao ser indagado, afirma que foi a escola armada com uma faca e que realmente desferiu os golpes, atingindo a D.. Afirma também que não houve participação de Naiara e Suélen e que sua intenção ao esfaquear a vitima era matá-la. Desta forma, os militares prenderam as autoras e as conduziram na presença do Delgado para medidas posteriores. Segundo informações, todas as autoras teve garantido o direito ao silencio, direito este constitucionalmente garantido e que todos os envolvidos, testemunhas, autoras e vitimas, disseram que, Cleonice poderia ter continuado com as agressões, porém não as fez. Quanto à arma usada pela agressora não foi encontrada.
A vítima tem medo da morte, pois após as agressões, as autoras estão fazendo ameaça.

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