Fernando Pimentel afirma que governo já identificou facções criminosas responsáveis por ataques a ônibus - ALÔ ALÔ CIDADE

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Segundo o governador, o Estado paga o preço de ter o sistema penitenciário mais rigoroso do país; ações da polícia devem dar resultados nos próximos dias


07/06/2018
Crédito (foto): Marcelo Sant’Anna/Imprensa MG

O governador Fernando Pimentel se reuniu nesta terça-feira (5/6), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, com os chefes das forças de segurança do Estado para discutir as ações que estão sendo tomadas para coibir ataques a ônibus em Minas Gerais, que se intensificaram nos últimos três dias, principalmente, nas regiões Sul e Triângulo. De acordo com o governador, a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Polícia Federal em Minas Gerais já identificaram que os atos foram realizados por facções criminosas e que o Estado paga o preço por ter um dos sistemas penitenciários mais rigorosos do país.

“Aqui nós não afrouxamos o sistema carcerário para nenhuma organização criminosa. E é por isso que nós estamos pagando esse preço, sofrendo ameaças e sendo atacados. A política carcerária em Minas é uma política que cumpre rigorosamente a lei. Estamos tomando todas as providências para coibir esse tipo de crime”, afirmou o governador durante coletiva a imprensa. No Estado, foram registrados 50 queimas de ônibus em 26 municípios.

Fernando Pimentel ressaltou que as investigações correm em sigilo e uma força-tarefa já está atuando junto ao setor de inteligência das corporações. Uma das estratégias, segundo ele, é camuflar agentes à paisana em ônibus. A Polícia Militar também já reforçou o policiamento nas ruas nas regiões em que ocorreram os ataques.

“Fora isso, eu quero pedir à população que fique atenta, acione a Polícia Militar pelo número 190 a qualquer indício ou ato suspeito. Nós estamos atuando com todo o efetivo, tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil, e com o apoio da Polícia Federal, e vamos trabalhar para que a gente possa evitar que Minas Gerais sofra mais este tipo de sobressalto. Volto a dizer: estamos pagando um preço porque nós temos um sistema prisional que atua com rigor. Então, quero dar essa palavra de tranquilidade à população”, finalizou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Helbert Figueiró de Lourdes salientou o trabalho realizado pela corporação para identificar os criminosos. “Nós estamos trabalhando para a construção de uma inteligência eficiente, com a coleta de dados de todas as pessoas presas para que a gente consiga chegar à célula dessas organizações criminosas que estão motivando e determinando esses eventos em Minas Gerais”, destacou.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Sérgio Menezes, e o superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, delegado Rodrigo de Melo Teixeira também participaram da reunião.

Com informações Governo de Minas

Fernando Pimentel afirma que governo já identificou facções criminosas responsáveis por ataques a ônibus

Segundo o governador, o Estado paga o preço de ter o sistema penitenciário mais rigoroso do país; ações da polícia devem dar resultados nos próximos dias


07/06/2018
Crédito (foto): Marcelo Sant’Anna/Imprensa MG

O governador Fernando Pimentel se reuniu nesta terça-feira (5/6), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, com os chefes das forças de segurança do Estado para discutir as ações que estão sendo tomadas para coibir ataques a ônibus em Minas Gerais, que se intensificaram nos últimos três dias, principalmente, nas regiões Sul e Triângulo. De acordo com o governador, a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Polícia Federal em Minas Gerais já identificaram que os atos foram realizados por facções criminosas e que o Estado paga o preço por ter um dos sistemas penitenciários mais rigorosos do país.

“Aqui nós não afrouxamos o sistema carcerário para nenhuma organização criminosa. E é por isso que nós estamos pagando esse preço, sofrendo ameaças e sendo atacados. A política carcerária em Minas é uma política que cumpre rigorosamente a lei. Estamos tomando todas as providências para coibir esse tipo de crime”, afirmou o governador durante coletiva a imprensa. No Estado, foram registrados 50 queimas de ônibus em 26 municípios.

Fernando Pimentel ressaltou que as investigações correm em sigilo e uma força-tarefa já está atuando junto ao setor de inteligência das corporações. Uma das estratégias, segundo ele, é camuflar agentes à paisana em ônibus. A Polícia Militar também já reforçou o policiamento nas ruas nas regiões em que ocorreram os ataques.

“Fora isso, eu quero pedir à população que fique atenta, acione a Polícia Militar pelo número 190 a qualquer indício ou ato suspeito. Nós estamos atuando com todo o efetivo, tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil, e com o apoio da Polícia Federal, e vamos trabalhar para que a gente possa evitar que Minas Gerais sofra mais este tipo de sobressalto. Volto a dizer: estamos pagando um preço porque nós temos um sistema prisional que atua com rigor. Então, quero dar essa palavra de tranquilidade à população”, finalizou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Helbert Figueiró de Lourdes salientou o trabalho realizado pela corporação para identificar os criminosos. “Nós estamos trabalhando para a construção de uma inteligência eficiente, com a coleta de dados de todas as pessoas presas para que a gente consiga chegar à célula dessas organizações criminosas que estão motivando e determinando esses eventos em Minas Gerais”, destacou.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Sérgio Menezes, e o superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, delegado Rodrigo de Melo Teixeira também participaram da reunião.

Com informações Governo de Minas

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