Policial é acusado pela família por morte de jovem em Cambuquira, MG - ALÔ ALÔ CIDADE

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A vítima de 18 anos pulou um barranco após uma briga na noite desta sexta-feira o que ocasionou a morte, diz a Polícia Militar. A família acusa um dos PMs a culpa da morte do jovem. 


Um jovem de 18 anos morreu após cair de um barranco próximo do campo de futebol, na noite desta sexta-feira (10/08) em Cambuquira, MG. O caso aconteceu por volta das 19h, mas o rapaz, identificado como João Vítor Lemes Reis, faleceu por volta das 4h. A família acusa um dos PMs a culpa da morte do jovem.

Segundo informações da Polícia Militar, após receber denuncias que dois indivíduos armados estavam assaltando um menino em frente ao Fórum, foram imediatamente no local e encontraram com a vítima, D.K.V.A, acompanhado da testemunha N.AM, os quais relataram aos PMs que os infratores João Vítor Lemes Reis e K.A.P.S, agrediram brutalmente a vítima, com socos e chutes, inclusive chutando a cabeça da vítima enquanto ela estava caída ao solo. 

Drogas encontrado pela PM
na casa da vítima - Foto: PM
Ainda segundo informações, os Policiais perseguiram os suspeitos que empreenderam fuga sentido a um campo de futebol próximo do Fórum. Os suspeitos pularam um barranco vindo a cair em um matagal e, em seguida, em cima de um telhado de um estacionamento onde a prefeitura guarda os veículos. Policiais Rodoviários ouviu barulho e rapidamente saíram, conseguindo prender um dos jovens, João Vítor Lemes Reis de 18 anos. Já o menor conseguiu fugir. 

Os militares como já conheciam os envolvidos, deslocaram até a casa dos dois. Na casa do menor de 15 anos K.A., a mãe atendeu, que franqueou a entrada dos militares na residência e passou a acompanhar a ocorrência como testemunha dos fatos e representante legal do filho. Nada foi de ilícito foi encontrado. Na casa do maior que estava detido, após os pais franquearem a entrada para buscas no quarto do suspeito, os militares encontraram uma sacola plástica em meio dos pertences de João Vítor Lemes Reis de 18 anos, dentro de seu guarda roupas, 110 (cento e dez) pedras de substância semelhante ao crack, embaladas e pronta para venda.

Os infratores foram conduzidos ao hospital da cidade de Cambuquira, uma vez que apresentavam lesões diversas devido a briga que envolveram e a queda do barranco de 10 metros durante a fuga. O maior, ao ser informado sua prisão em flagrante delito por causa das drogas que foram encontradas, passou a sofrer problemas relacionados a pressão arterial, sendo medicado e ficado em observação no hospital, aguardando alta para condução para delegacia, juntamente com os demais materiais, porém devido ao seu estado clínico, não foi possível, ficando internado. 

Foi encontrado pela PM, no poder do menor, um celular de propriedade do suspeito de 18 anos, o qual trazia inúmeras mensagens de textos e áudios no aplicativo whatsapp, referente as drogas, em que o maior oferece drogas a menores de idade. Foi verificado ainda na pasta de fotos, imagens do autor com cigarros de maconha acompanhado de outros menores de idade. A Polícia diz também que o suspeito de 18 anos já foi apreendido pelo mesmo crime em Cambuquira, quando ainda era menor. 
''A polícia foi acionada a comparecer a uma briga, onde dois indivíduos estariam agredindo um terceiro indivíduo, menor de idade. Ao chegar ao local dos fatos, esses dois indivíduos que estariam agredindo o menor evadiram da guarnição policial militar. Durante a fuga, esses dois indivíduos, o maior, João Vitor, e o menor, que o acompanhava, pularam de um barranco de cerca de oito metros de altura. Posteriormente o João Vitor foi preso em flagrante delito e o menor apreendido", afirmou o Tenente Dias.
Tenente Dias diz que um inquérito será instaurado e os policiais serão investigados - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade

O que diz a família
De acordo com o relatos da família, eles afirmam que a Polícia forjaram as drogas no quarto do jovem. Também disse na entrevista que o João Vítor Lemes Reis apanhou de um dos policiais que estava na ocorrência. A vítima segundo os pais, era forte, tinha boa saúde, trabalhava e não tinha envolvimento com tráfico de drogas. Os pais querem justiça. 
''Ele era apenas usuário, que não havia motivo para fazer isso com o menino. Meu filho foi jurado pelo policial, que esperaria ele fazer 18 anos de idade para levar ele preso'' diz o padrasto do jovem, Fabiano Rodrigues, acusando o militar pelo ato.
Padrasto Fabiano Rodrigues, acusa o policial na morte do João Vitor - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade
Em contato com a reportagem, o hospital disse que o rapaz não tinha nenhum trauma aparente e que chegou ao local somente com um sangramento no joelho. Ele fez exame de raio-x que não constatou fratura. Havia ainda um pedido de ressonância, mas o jovem morreu antes da realização do exame.

Processos 

Segundo informações do Tenente Dias, as atuações dos Policiais, um inquérito será instaurado pela Polícia Militar em Três Corações, para apurar todos os fatos que desencadeou a ocorrência. Se a família sentir lesado, tem o direito de registrar a ocorrência através dos órgãos cabíveis.


O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Três Corações, MG e liberado posteriormente para família fazer o sepultamento em Cambuquira, MG.


Policial é acusado pela família por morte de jovem em Cambuquira, MG

A vítima de 18 anos pulou um barranco após uma briga na noite desta sexta-feira o que ocasionou a morte, diz a Polícia Militar. A família acusa um dos PMs a culpa da morte do jovem. 


Um jovem de 18 anos morreu após cair de um barranco próximo do campo de futebol, na noite desta sexta-feira (10/08) em Cambuquira, MG. O caso aconteceu por volta das 19h, mas o rapaz, identificado como João Vítor Lemes Reis, faleceu por volta das 4h. A família acusa um dos PMs a culpa da morte do jovem.

Segundo informações da Polícia Militar, após receber denuncias que dois indivíduos armados estavam assaltando um menino em frente ao Fórum, foram imediatamente no local e encontraram com a vítima, D.K.V.A, acompanhado da testemunha N.AM, os quais relataram aos PMs que os infratores João Vítor Lemes Reis e K.A.P.S, agrediram brutalmente a vítima, com socos e chutes, inclusive chutando a cabeça da vítima enquanto ela estava caída ao solo. 

Drogas encontrado pela PM
na casa da vítima - Foto: PM
Ainda segundo informações, os Policiais perseguiram os suspeitos que empreenderam fuga sentido a um campo de futebol próximo do Fórum. Os suspeitos pularam um barranco vindo a cair em um matagal e, em seguida, em cima de um telhado de um estacionamento onde a prefeitura guarda os veículos. Policiais Rodoviários ouviu barulho e rapidamente saíram, conseguindo prender um dos jovens, João Vítor Lemes Reis de 18 anos. Já o menor conseguiu fugir. 

Os militares como já conheciam os envolvidos, deslocaram até a casa dos dois. Na casa do menor de 15 anos K.A., a mãe atendeu, que franqueou a entrada dos militares na residência e passou a acompanhar a ocorrência como testemunha dos fatos e representante legal do filho. Nada foi de ilícito foi encontrado. Na casa do maior que estava detido, após os pais franquearem a entrada para buscas no quarto do suspeito, os militares encontraram uma sacola plástica em meio dos pertences de João Vítor Lemes Reis de 18 anos, dentro de seu guarda roupas, 110 (cento e dez) pedras de substância semelhante ao crack, embaladas e pronta para venda.

Os infratores foram conduzidos ao hospital da cidade de Cambuquira, uma vez que apresentavam lesões diversas devido a briga que envolveram e a queda do barranco de 10 metros durante a fuga. O maior, ao ser informado sua prisão em flagrante delito por causa das drogas que foram encontradas, passou a sofrer problemas relacionados a pressão arterial, sendo medicado e ficado em observação no hospital, aguardando alta para condução para delegacia, juntamente com os demais materiais, porém devido ao seu estado clínico, não foi possível, ficando internado. 

Foi encontrado pela PM, no poder do menor, um celular de propriedade do suspeito de 18 anos, o qual trazia inúmeras mensagens de textos e áudios no aplicativo whatsapp, referente as drogas, em que o maior oferece drogas a menores de idade. Foi verificado ainda na pasta de fotos, imagens do autor com cigarros de maconha acompanhado de outros menores de idade. A Polícia diz também que o suspeito de 18 anos já foi apreendido pelo mesmo crime em Cambuquira, quando ainda era menor. 
''A polícia foi acionada a comparecer a uma briga, onde dois indivíduos estariam agredindo um terceiro indivíduo, menor de idade. Ao chegar ao local dos fatos, esses dois indivíduos que estariam agredindo o menor evadiram da guarnição policial militar. Durante a fuga, esses dois indivíduos, o maior, João Vitor, e o menor, que o acompanhava, pularam de um barranco de cerca de oito metros de altura. Posteriormente o João Vitor foi preso em flagrante delito e o menor apreendido", afirmou o Tenente Dias.
Tenente Dias diz que um inquérito será instaurado e os policiais serão investigados - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade

O que diz a família
De acordo com o relatos da família, eles afirmam que a Polícia forjaram as drogas no quarto do jovem. Também disse na entrevista que o João Vítor Lemes Reis apanhou de um dos policiais que estava na ocorrência. A vítima segundo os pais, era forte, tinha boa saúde, trabalhava e não tinha envolvimento com tráfico de drogas. Os pais querem justiça. 
''Ele era apenas usuário, que não havia motivo para fazer isso com o menino. Meu filho foi jurado pelo policial, que esperaria ele fazer 18 anos de idade para levar ele preso'' diz o padrasto do jovem, Fabiano Rodrigues, acusando o militar pelo ato.
Padrasto Fabiano Rodrigues, acusa o policial na morte do João Vitor - Foto/reprodução: Alô Alô Cidade
Em contato com a reportagem, o hospital disse que o rapaz não tinha nenhum trauma aparente e que chegou ao local somente com um sangramento no joelho. Ele fez exame de raio-x que não constatou fratura. Havia ainda um pedido de ressonância, mas o jovem morreu antes da realização do exame.

Processos 

Segundo informações do Tenente Dias, as atuações dos Policiais, um inquérito será instaurado pela Polícia Militar em Três Corações, para apurar todos os fatos que desencadeou a ocorrência. Se a família sentir lesado, tem o direito de registrar a ocorrência através dos órgãos cabíveis.


O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Três Corações, MG e liberado posteriormente para família fazer o sepultamento em Cambuquira, MG.


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