Padrasto é suspeito de agredir criança com gravidade na zona rural de Ouro Fino, MG - ALÔ ALÔ CIDADE

Padrasto é suspeito de agredir criança com gravidade na zona rural de Ouro Fino, MG

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Vítima apresentava diversos hematomas pelo rosto e corpo; Conselho Tutelar e Polícia Militar resgataram o menor no bairro Laranjal após denúncia

Padrasto é suspeito de agredir criança com gravidade na zona rural de Ouro Fino, MG - Foto/arquivo: Alô Alô Cidade

Uma operação conjunta entre a Polícia Militar e o Conselho Tutelar de Ouro Fino revelou um grave caso de violência doméstica no final da tarde desta quinta-feira (29/1). As equipes se deslocaram até o Sítio Laranjal, na zona rural do município, para averiguar uma denúncia de agressão física contra um menor de idade.


Ao chegarem à residência, os agentes confirmaram a veracidade das informações. A criança apresentava múltiplos hematomas visíveis em várias partes do corpo, com ferimentos mais acentuados na região do rosto.


Em conversa com os policiais, a mãe da criança apontou o padrasto como o suspeito das agressões. Segundo o relato da genitora, os espancamentos não foram um fato isolado e vinham ocorrendo com frequência. No momento da chegada das autoridades, o suspeito não estava no local e permanece sendo procurado para prestar esclarecimentos.


Devido à severidade das lesões, o Conselho Tutelar assumiu a custódia imediata do menor, que foi encaminhado ao hospital local para receber medicação e passar por exames que comprovem a extensão dos danos físicos. A mãe também foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil para prestar depoimento oficial.


O caso foi registrado inicialmente como crime de maus-tratos, mas a tipificação pode ser alterada conforme o avanço das investigações. Segundo o Delegado de Polícia Civil responsável, um Inquérito Policial será instaurado para apurar todos os fatos, incluindo a possível omissão da genitora e a periculosidade do padrasto.


As autoridades reforçam que denúncias de abuso contra crianças e adolescentes podem ser feitas de forma anônima e são fundamentais para salvar vidas em casos de agressões recorrentes.

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